um pequeno bloco de notas sobre o momento músical - jantar da Gaja.

sábado, 20 de janeiro de 2007

Isto há coisas…sem interesse nenhum

Neste preciso momento ouço deliciado um tema, ao que julgo saber, marcante para todos nós.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Numa análise metaforico-estupidamente futeboleira... O GB estava lá...

- Computo geral:

* Uma "partida" bem disputada, com duas partes distintas, uma 1ª e uma 2ª;
* Inequivocamente marcada pela existÊncia de vários livres directos no interior da grande área (desempate através da transformação de pontapés da marca de grande penalidade vs por penalties - bem mais simples), todos eles sancionados justamente e executados com mestria;
* Não existiam, há hora de fecho da presente redacção, quaisquer registos de lesões na tibiotársica, como tal, nem na esquerda, nem tão pouco na oposta (o que não deixa de ser estranho!);
* Como registo menos positivo, apenas algumas nódoas roxas (tintas, mais precisamente), facto que, provavelmente, explica a ausência da tão tradicional e salutar troca de camisolas no final.

- Individualmente (0-5) (Ordem aleatória - ou n):

* Biscaia: Não chegou a entrar verdadeira e condignamente na dinâmica da equipa. Demasiado preso de movimentos, sobretudo do pescoço para cima e, ao que tudo indica, igualmente da cintura para baixo (nenhum movimento foi vislumbrado). Será justo, no entanto, reconhecer uma evolução positiva e progressiva, sem mesmo assim atingir a fasquia do desejável. Não seria de todo despropositada a sua substituição. Terminou, já nos descontos, envolvido numa pequena "querela" com um companheiro/COLEGA de equipa. (2);

* Muxós: Começou no flanco esquerdo, onde habitualmente se sente como peixe na água (doce e/ou salgada). Arriscou o 1 para 1, o 1 para 2 e mesmo, em alguns momentos, o tresloucado e sempre espetacular 32 para 635, situação que lhe valeu, contudo, a excução de remates menos bem direccionados e algumas bolas ao poste, suscitando apupos provenientes de pessoas que sabem apupar. Terminou como carregador de piano (viola). (4);

* Neto: Um desempenho constante ao longo dos (?) minutos. Um dos melhores no capítulo da finalização, demonstrando uma frieza nórdico-polar. Sentimos que poderia ter arriscado um pouco mais, jogando, em determinados momentos, um pouco à retranca, sobretudo relativamente àquilo que já nos habituou, ficando a nota máxima à distância de 23 cm (nº mítico de um tal Ramon), distância a que ficou nesses momentos do último 1/3 de terreno. (4);

* Sérgio: Inicialmente muito atrevido, arriscando muito pela zona central. Pouco mais há a acrescentar, visto ter dado muito cedo, e literalmente, o estoiro. (3);

* Campos: Muito calculista quando teve a oportunidade de arriscar, cedo se percebou que a normalidade/mediania seria a nota dominante. Não chegou a entrar inteiramente na partida, apesar do papel pontual, meritório, de carregador de "piano", ofuscado, no entanto, pelo dsempenho do seu colega de posição. No final, uma nota menos positiva, "lesionando-se" sozinho, o que parece ter deixado moça para o futuro. (3);

* Nuno: Um génio à solta, um verdadeiro maestro. Quase sempre no flanco direito, dominando de forma imperial essa sua área de jurisdição, mas também todas as outras. Arriscou em diversos momentos, mas sempre com sublime inteligência e exemplar precisão. Gozando de total liberdade, apresentou-se como um líder nato, dentro e fora do "terreno de jogo". Nota máxima. Merecia ter saído em ombros. (5 ou até talvez +, quiçá);

* Popeye: Protagonizou o momento mais tenso/quezilento/picante (mais este) da noite. Esteve nesse momento e literalmente perto do vermelho. Menos em jogo do que o habitual, não chegou a partir, como é seu apanágio, os rins a quiasquer dos "opositores". Pode dizer-se que em muitas situações fez de facto o mais difícil, falhando, em contraponto, vários lances de baliza escancarada. Rubricou, contudo, uma prestação bem positiva, tendo em conta, sobretudo, a parte que vem a seguir à 1ª. (4);

* Gaja: Tentou ser, em várias ocasiões, a voz (voz?) de comando. Esforçada, sempre a tentar a 2ª bola, viu cedo o amarelo, inibindo-a sobremaneira a manter esse diapasão ("eu sei, eu sei, és a linda portuguesa com quem eu quero casar, já corri mundo, n encontro outra igual, com quem eu... @7ra - etc.") até final, condicionando a sua actuação, sobretudo ao nível da concretização. Mais preocupada com os flashs da bancada e arredores, protagonizou váris lances nitidamente, e apenas, para a fotografia. Persistente na tentativa de afinar a pontaria, contudo, e na maioria das situações, sem sucesso. Apesar da manifesta prudência, foi-lhe perdoado, em inúmeros ocasiões, o 2º cartão amarelo. O facto de ter estado sempre muito interventiva com os colegas, falando, gritando, guinchando, berrando, tentando ser a extensão do treinador dentro de "campo", propiciou que terminasse como começou: sem voz! (4).

Nota: Está diponível o "Livro de Reclamações"!